sábado, 28 de abril de 2012

Alimentos Orgânicos


Alimentos OrgânicosO que é, frutas, legumes e verduras orgânicas, carne orgânica, ovos, vantagens e desvantagem
alimentos orgânicos
Alimentos orgânicos: mais saudáveis e respeito ao meio ambiente 
Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.

Agricultura orgânica: frutas, legumes e verduras
Na agricultura, por exemplo, utiliza-se apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo. Embora apresentem praticamente as mesmas propriedades nutricionais dos alimentos inorgânicos, os orgânicos apresentam a vantagem de seres mais saudáveis, pois não possuem agrotóxicos. Também são mais saborosos.

Carne Orgânica e ovos orgânicos
No tocante à produção carnes e ovos, os animais são criados sem a aplicação de antibóticos, hormônios e anabolizantes. Pesquisas demonstram que estes produtos podem provocar doenças nos seres humanos, quando consumidos por muito tempo. Logo, as carnes e ovos orgânicos são muito mais saudáveis.

Benefícios e Vantagens:

- Os alimentos são mais saudáveis, pois são livres de agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos;
- São mais saborosos;
- Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação;
- A produção usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.

Desvantagem: 

A única desvantagem é que são mais caros do que os convencionais, pois são produzidos em menor escala e os custos de produção também são maiores.

EMBRAPA


A Embrapa Meio Ambiente atua em todo o Brasil e é reconhecida como referência nacional e internacional. A sua atuação em pesquisa, desenvolvimento e inovação está voltada para a interface agricultura (atividades agrícolas, pecuárias, florestais e agroindustriais) e meio ambiente. Trabalhamos conciliando as demandas dos sistemas produtivos com as necessidades de conservação de recursos naturais e preservação ambiental. Assim, buscamos a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade.

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A Embrapa Meio Ambiente é uma Unidade de Pesquisa de Tema Básico, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Aqui você encontrará nosso histórico com informações sobre nossa missão, finalidades, linhas de pesquisa, organograma, localização, equipe, dados cadastrais, além de nosso IV Plano Diretor – 2008-2011.

Gestão ambiental sobre diversificação arbórea e agroflorestal com o guanandi é discutida em oficina


Gestão ambiental sobre diversificação arbórea e agroflorestal com o guanandi é discutida em oficina
17.4.2012
A Oficina sobre impactos ambientais da diversificação arbórea com Guanandi reuniu cerca de 30 profissionais no dia 11 de abril na centenária Fazenda Coruputuba, em Pindamonhangaba (SP). O evento foi promovido pelo Pólo do Vale do Paraíba/APTA Regional da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, com o apoio da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e da própria Fazenda Coruputuba.

Coleta de experiências e conhecimentos entre os participantes, visando à elaboração de um relatório de gestão da inovação tecnológica representada pela diversificação arbórea e agroflorestal, foi o principal objetivo da oficina. Pretende-se, com esse relatório, promover a transferência de tecnologia e incentivar iniciativas de pesquisa e de ampliação das áreas de agroflorestas, em favor do desenvolvimento sustentável do meio rural do Vale do Paraíba do Sul.
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Foto: Apta

Os participantes eram ligados a setores governamentais (técnicos das Secretarias Estaduais de Agricultura e do Meio Ambiente), a universidades (UFRuralRJ e Unicamp), a empresas de fomento (Guanandi CP-4) e a administradoras de ativos florestais (Brazil Timber), além de produtores rurais ligados ao setor florestal de diversos municípios (Salesópolis, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Natividade da Serra e Roseira). Eles puderam trocar experiências e conhecer pesquisas em andamento sobre desenvolvimento agroflorestal.

Espécie para várzeas

O Guanandi, espécie florestal nativa que tolera o solo inundado das várzeas, é recomendado para reflorestamentos em áreas ciliares, explica Antonio Carlos Pries Devide, pesquisador do Polo Regional e coordenador do evento. No Vale do Paraíba, seu cultivo comercial ocorre em várzeas, terraços fluviais e áreas montanhosas.

A espécie destaca-se por produzir frutos que são dispersos pela fauna, de acordo com Antonio Devide. Assim, pode contribuir para a recuperação de áreas sujeitas às inundações, amortecendo as cheias atualmente agravadas pela falta de cobertura do solo, em bacias situadas em áreas declivosas à montante das terras baixas.

A ausência de cobertura florestal (nas amplas áreas de pastagem) ou o corte raso do eucalipto em diversas sub-bacias interligadas faz com que haja o escorrimento superficial da água das chuvas, sem que ocorra a infiltração favorecida pelas florestas, relata o pesquisador. Isto pode ocasionar o constante alagamento das várzeas, mesmo sem que a chuva ocorra nessas áreas. Esse alagamento, repentino e periódico, é uma situação de risco para os produtores de arroz e, também, para áreas sob expansão urbana e industrial.

Segundo Devide, os resultados obtidos na oficina também serão aproveitados para a elaboração de seu trabalho de doutoramento no curso de pós-graduação em Fitotecnia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPGF-UFRuralRJ).

Aulas práticas

No período da manhã, os participantes visitaram cinco áreas experimentais e produtivas. Nelas, eles observaram (1) sistema agroflorestal de guanandi em várzea, avaliando um perfil do solo argiloso; (2) sistema agroflorestal de guanandi consorciado com Acacia mangium, palmeira real, banana e mamona; (3) sistema agroflorestal de guanandi consorciado com mandioca e avaliação de um perfil de solo arenoso; (4) plantios de acácia, eucalipto e um sistema agroflorestal regenerativo natural, com angico e cafeeiro; e (5) com a avaliação da dinâmica da regeneração natural em terras baixas.

Essas observações de campo serviram como subsídio para as discussões sobre a importância da sucessão vegetal, conta Devide. Assim, foi feito um paralelo com os sistemas agroflorestais e discutidos os meios para se acelerar a regeneração natural em áreas sujeitas à inundação. A idéia era destinar parcelas como áreas de preservação permanente (faixa ciliar) e de reserva legal, para a regularização florestal da propriedade.

Segundo Devide, essas opções de manejo também têm a finalidade de promover a proteção dos recursos hídricos e a reabilitação de habitats naturais, constituindo corredores de fauna no entorno de toda a propriedade.

Essas visitas monitoradas permitiram estimular uma visão crítica e não apenas contemplativa. As situações vivenciadas são recorrentes e servem para todos, principalmente aos produtores, que podem aplicar os princípios de desenvolvimento agroflorestal para melhorar o planejamento do uso do solo de suas propriedades, ponderou o produtor Patrick Ayrivie de Assumpção, que realiza o fomento do plantio do guanandi no Vale do Paraíba.

Ainda na parte da manhã, ocorreram três palestras. A primeira abordou a história da centenária Fazenda Coruputuba, bem como as iniciativas de desenvolvimento agroflorestal. A segunda tratou dos desafios tecnológicos enfrentados nas pesquisas de conversão agroflorestal do guanandi.

Por fim, a terceira palestra apresentou uma metodologia de indicadores ambientais (conhecida como Ambitec-Agro), que, no período da tarde, foi utilizada por todos, na oficina realizada para avaliar os impactos das pesquisas de diversificação arbórea e dos sistemas agroflorestais para a sustentabilidade da Fazenda Coruputuba. Também foi apontada como opção tecnológica de diversificação produtiva no Vale do Paraíba.

Ao final da atividade, os participantes foram agraciados com um CD-ROM contendo trabalhos sobre a aplicabilidade do método Ambitec-Agro, um livro comemorativo da Fazenda Coruputuba, que completou 100 anos em 2011, e as apresentações.

Assessoria de Comunicação da APTA

Garça tenta devorar pato, mas desiste após não conseguir engolir


Uma garça foi flagrada tentando devorar um pato quase adulto no rio Dodder em Dublin, na Irlanda. Após quase engolir totalmente a presa, a garça acabou desistindo da refeição, já que foi incapaz de digeri-la. O patinho acabou deixado morto na água.
Garça foi flagrada atacando pato em rio em Dublin. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)Garça foi flagrada atacando pato em rio em Dublin. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)
No final, garça não conseguiu devorar a presa e desistiu. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)Garça tentou devorar o pato inteiro. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)
No final, garça não conseguiu devorar a presa e desistiu. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)No final, garça não conseguiu devorar a presa e desistiu. (Foto: David Hughes/Barcroft Media/Getty Images)

Arara é fotografada em pose inusitada em zoo alemão Cena ocorreu no zoo de Wuppertal. Imagem foi feita fotógrafo Patrik Stollarz.


Uma arara foi flagrada se segurando apenas com o bico em um galho no zoológico de Wuppertal, na Alemanha, como se estivesse ‘fazendo flexão na barra’. (Foto: Patrik Stollarz/AFP)Uma arara foi fotografada se segurando apenas com o bico em um galho no zoológico de Wuppertal, na Alemanha, como se estivesse ‘fazendo flexão na barra’. (Foto: Patrik Stollarz/AFP)

AmazôniaAmazonas Expedição médica prevê dois mil atendimentos na Amazônia Ao todo, 54 voluntários participam da ação com a meta de realizar dois mil atendimentos na aldeia de Taracuá, no Amazonas.



Tribo dos caiapós recebe atendimento de médico. Foto: Arquivo / Expedicionários da Saúde
MANAUS- Um grupo de médicos e voluntários embarcam em uma expedição médica para levar atendimento a indígenas na aldeia de Taracuá, localizada às margens do rio Uaupés, no extremo noroeste do Amazonas (próxima à região da Cabeça do Cachorro). Esta é a vigésima segunda expedição realizada por uma organização não-governamental de Campinas (SP). Ao todo, 54 voluntários participam da ação com a meta de realizar 2 mil atendimentos.
“Queremos levar atendimento médico e cuidados à população indígena, sem fazer qualquer interferência sobre a cultura ou hábitos. No local devem ser feitos pelo menos 2 mil atendimentos e 200 cirurgias para atender as 600 pessoas da comunidade”, resume o tenente-coronel, de 51 anos, que deixou o cenário urbano do bairro Cambuí na noite desta sexta-feira (20) com destino à nona expedição. A viagem, que conta com passagens pela capital Manaus e São Gabriel da Cachoeira, leva quase doze horas.
À frente da equipe de logística, a campineira Marcia Abdala, de 55 anos, parte para a décima sexta expedição neste sábado (21). A viagem que mais gosta de recordar foi realizada em abril do ano passado, quando passou pela tribo dos caiapós, localizada às margens do Rio Xungu, na divisa entre os estados do Pará (PA) e Mato Grosso (MT). “Fiquei impressionada com a liderança, união, força e a pintura corporal que realizam. Sem dúvida foi a mais bela que já pude observar”, ressalta.
Macedo explica que metade do grupo de voluntários é oriunda da região de Campinas, incluindo participantes das cidades de Americana, Sorocaba e Mogi Guaçu, que devem contar com o auxílio de mais 35 pessoas que integram a secretaria da Saúde Indígena. Na pauta de serviços a serem prestados constam cirurgias plásticas, de catarata, hérnia, remoção de pequenos tumores, tratamentos odontológicos e ginecológicos, além da presença de nutricionistas.
O tenente-coronel diz que não tem local preferido como destino para uma possível expedição, porém, não titubeia ao dizer em bom humor que “só vai sair do grupo de voluntáros, se mandarem”. “São todos amigos, desta vez apenas cinco são novatos. Todos partem com o ideal de compartilhar ações que mostram como a sociedade deveria ser”, ressalta. Criada por médicos voluntários em 2003, a ONG Expedicionários da Saúde já contabiliza 2,9 mil cirurgias.
Na avaliação de Macedo, a expedição mais difícil foi executada após a tragédia provocada pelo terremoto de magnitude 7, em janeiro de 2010, no Haiti. “Foi completamente diferente, pois tratava-se de uma realidade mil vezes superior à nossa capacidade de atendimento e não houve um planejamento como para os trabalhos feitos no Amazonas. Foi emocionante e há várias cenas que passam sempre pela memória”, conta o tenente-coronel. Sobre os trabalhos na região Norte, o tenente-coronel diz que os cenários são parecidos, mas sempre constróem novas experiências.