quinta-feira, 26 de abril de 2012




Caters – BBC Brasil (© Caters – BBC Brasil)
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Um grupo de jovens leões teve que fugir após uma manada de búfalos contra-atacar os predadores, em Botsuana, na África. Os leões rodeavam os búfalos há horas, até que finalmente decidiram atacar. Mas os búfalos não apenas se assustaram, mas correram na direção dos leões.
'Acho que eles perceberam que eram leões jovens e não demonstraram nem um pouco de medo', disse o fotógrafo Brendon Cremer, que registrou o episódio. 'Logo depois, a manada toda se virou e começou a perseguir os leões. Eles não tinham nenhuma opção a não ser fugir.'
Outros animais já foram flagrados no momento em que decidiram enfrentar o predador que os ameaçava. Na Tanzânia, uma zebra que estava prestes a se tornar a refeição de um leão, conseguiu derrubar o rival feroz e escapar em disparada.
Na Índia, uma mãe ursa, fotografada com os filhotes nas costas, usou a sua coragem para defendê-los de um tigre. 'Ursos e tigres são animais grandes e poderosos que normalmente se evitam, mas a ursa estava com os filhotes nas costas e se sentiu ameaçada. Por isso ela enfrentou o tigre', disse o fotógrafo Aditya Singh, que visita a reserva de tigres de Ranthambhore diariamente.
A fotógrafa Eli Weiss conseguiu capturar o momento exato em que um gnu escapou dos dentes de um crocodilo, durante uma travessia no rio Mara, em direção ao Quênia. O gnu foi um dos sortudos animais que conseguiram passar ilesos pelo rio infestado de crocodilos.

Economia verde será um dos temas debatidos durante a Rio+20


Economia verde será um dos temas debatidos durante a Rio+20 
Thierry Gouegnon/Reuters

Economia verde será um dos temas debatidos durante a Rio+20


A ONG ambientalista Greenpeace divulgou nos últimos dias uma série de fotos feitas durante dois sobrevoos na região de Altamira, no Pará, mostrando imagens das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. As fotos foram registradas em uma ocasião em fevereiro e outra em abril.
Segundo a entidade, a construção da usina e Belo Monte implica em uma série de alterações na região do Rio Xingu e é alvo de crítica de ambientalistas. As fotos do Greenpeace pretendem chamar a atenção para o impacto ambiental das obras e mostram trechos da floresta amazônica que seriam afetados pelos trabalhos e atividade de veículos pesados como caminhões e tratores na região.
Outra preocupação quanto à usina é a população local. Um levantamento realizado pelo Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará (UFPA), feito a pedido do Ministério Público Federal do Estado, indica que o total de pessoas atingidas em Altamira será de 25,4 mil moradores.