domingo, 13 de novembro de 2011


Blog do Comitê da Caatinga


SEXTA-FEIRA, 11 DE NOVEMBRO DE 2011

Grutas e caatinga preservada são um convite ao turismo ecológico em Bodocó



Bodocó é um município brasileiro do estado de Pernambuco.
O município é formado por três distrito: a sede, o segundo distrito formado pela Vila Sipaúba e Vila Jardim. Sendo a Vila Sipaúba a sede de Claranã. E o terceiro distrito, formado pela Vila Feitoria, Povoado de Cacimba Nova e Vila Né Camilo.
Bodocó era o segundo distrito do município de Granito (Pernambuco), fundado no início do século XX por Antonio Peixoto de Barros. Em 1924, foi elevado à categoria de primeiro distrito, assim, Granito deixa de ser sede e passa a ser distrito de Bodocó. Em 1934, com a extinção do distrito de Leopoldina, o território foi dividido entre Bodocó (então Granito), Salgueiro e Serrinha (hoje Serrita). Pelo decreto lei estadual nº92, de 31 de março de 1938, o município de Granito passava a denominar-se Bodocó. Administrativamente, o município é composto pelos distritos: Sede, Claranã e Feitoria.
(Fonte: Rede Globo Nordeste e Wikipédia)

TERÇA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO DE 2011

Associação promove proteção da Caatinga.

Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva Serra das Almas possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo visitantes de todo o País
Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva Serra das Almas possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo visitantes de todo o País. O trabalho maior desenvolvido pela Associação é na Reserva Natural Serra das Almas, no Município de Crateús.



Crateús: Aniversário comemorado com muito trabalho e alegria. Essa frase traduz a análise que a Associação Caatinga faz ao completar 13 anos de fundação e avaliar o trabalho desenvolvido por meio de seu maior projeto: a Reserva Natural Serra das Almas, localizada neste Município. Com uma área de 6.146 hectares e a 50Km de Crateús, a Reserva possui uma amostra significativa da flora e fauna da Caatinga, recebendo diariamente visitantes das diversas regiões do País.
"Realizamos muitos projetos durante todo esse período, temos muitos trabalhos dentro da nossa missão de preservação e conscientização e estamos muito felizes porque sentimos a aceitação e o envolvimento das pessoas e das comunidades do entorno da Reserva, neste projeto que é a ´menina dos olhos´ da Associação Caatinga", declara o gerente da Reserva, Ewerton Torres Melo.

Reconhecimento

Para ele, a alegria é fruto da realização de muitos projetos, mas também do reconhecimento e envolvimento das comunidades. "No início da instalação da Reserva, o projeto era visto pelas pessoas como um obstáculo, pois não conheciam. Com o tempo foram percebendo a essência do trabalho e hoje nos veem como parceiros no desenvolvimento e sustentabilidade do bioma e da própria região".
Criada em 21 de outubro de 1998 com a missão de conservação da biodiversidade da Caatinga, a instituição vem desenvolvendo diversos projetos para a proteção da diversidade desse bioma, que é único no mundo. Possui escritórios em Fortaleza e Crateús, com atuação também em outros Municípios desta região e de outras regiões do Estado. Segundo a Associação, em seus projetos já beneficiou diretamente mais de 30 mil pessoas entre agricultores familiares, educadores, estudantes, jovens, pesquisadores e proprietários de reservas. O foco é a preservação do meio ambiente, mas o trabalho não se limita somente a essa dimensão. Para além do conceito de preservar, busca capacitar a população que vive próxima ao local assistido, partindo do princípio de que ela também é responsável pela conservação do ambiente em que está inserida. Para isso, a comunidade é mobilizada e envolvida nas ações e projetos.

Rede

A atuação em rede é uma das principais estratégias da Associação Caatinga para ampliar o impacto de suas ações de conservação do bioma Caatinga promovendo o estabelecimento de parcerias e alianças. Por meio dessas redes, a instituição tem conseguido influenciar a proposição e discussão de políticas públicas ambientais para o bioma. A Associação Caatinga é membro fundador do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Crateús, participa do Pacto Ambiental da Região dos Inhamuns, e é membro fundador do Programa Selo Município Verde do Ceará (programa de certificação dos Municípios ambientalmente responsáveis). Liderou a articulação da sociedade para a criação do ICMS Sócio-Ambiental do Ceará, e foi idealizadora e é gestora do Programa Aliança da Caatinga de apoio à criação e manutenção de reservas na Caatinga, que já apoiou a criação de dez novas reservas e 30 estão em processo de criação. Além disso, é membro representante da sociedade civil junto ao Conpam, é membro da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, participa do Fórum Nacional de Áreas Protegidas e do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga e do Fórum Nacional de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente. Atualmente, preside a Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural.
Brasília – A Comissão de Ciência e Tecnologia e a de Agricultura do Senado aprovaram hoje (8) o texto-base do projeto de lei que altera o Código Florestal Brasileiro. Por falta de consenso entre os senadores, o presidente da comissão de Ciência e Tecnologia, Eduardo Braga (PMDB-AM), transferiu para amanhã (9) a votação das emendas ao parecer do relator Luiz Henrique (PMDB-SC). O objetivo é ter mais tempo para negociar as propostas de alterações apresentadas e chegar a um consenso.
A proposta do relator Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) mantém os 30 metros de áreas de preservação permanentes (APPs) para os cursos de água de menos de 10 metros de largura, as chamadas matas ciliares. Além disso, o parecer isenta de multas o proprietário rural que derrubou vegetação nativa, antes de 20 de julho de 2008, “ou em casos de baixo impacto ambiental”.
A redução de APP, de 30 para 15 metros, será permitida em torno dos reservatórios artificiais situados em áreas rurais, com até 20 hectares. Luiz Henrique estabelece em seu parecer larguras variáveis, de 30 a 500 metros, para a preservação de APPs em cursos de água de rios que variam de 10 a 600 metros de largura.
Entretanto, o texto faculta o criação de gado e a infraestrutura física associada ao desenvolvimento dessas atividades em APPs consolidadas em região de chapadas, topos de morros, montes, montanhas e serras, com altura mínima de 100 metros e inclinação média maior que 25º, e em altitudes superiores a 1,8 mil metros, qualquer que seja a vegetação.
Uma vez aprovada, a matéria seguirá à apreciação da comissão de Meio Ambiente antes de ser apreciada em plenário. Lá, o relator é o senador Jorge Viana (PT-AC).
Luiz Henrique deixou claro que o seu parecer “guarda a essência do projeto da Câmara”, relatado pelo deputado e hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
O senador destacou, ainda, que sua proposta aprimora “mais amplamente” o projeto da Câmara quando estabelece a separação entre medidas permanentes – que valerão para o futuro – e as medidas transitórias, que tratam do chamado passivo ambiental anterior a 20 de julho de 2008.
Uma novidade no texto do Senado é a proposta de criação de um programa de incentivo à preservação e recuperação do meio ambiente. O relator optou, nesse caso, em regulamentar a matéria por projeto de lei do Executivo. “Optamos por deferir à presidente Dilma [Rousseff] o envio de projeto de lei, no prazo de 180 dias, contados da publicação da lei.”
O parlamentar ressaltou que, como envolve desembolso de recursos do Tesouro [Nacional], a regulamentação é de competência privativa do Executivo. “Não poderíamos defini-las já, neste projeto”, completou o Luiz Henrique.
A proposta do relator prevê ainda que a derrubada de vegetação nativa em APP em casos especiais. Entre eles, em locais onde a função ecológica do manguezal esteja comprometida. Nesse caso, o texto faculta a possibilidade de a área ser usada para a execução de obras habitacionais e de urbanização, “inseridas em projetos de regularização fundiária de interesse sociais, em áreas urbanas consolidadas por população de baixa renda”.
Fonte: Agência Brasil
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A Máfia Verde: Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial